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	<title>MindPartners Consultoria Financeira &#187; Finanças</title>
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		<title>Troika defende novo agravamento do IVA como &#8216;plano B&#8217;</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2013 10:19:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Em Setembro, durante a 8ª e 9ª avaliação do memorando, o Governo e a troika estudaram a possibilidade de agravar o IVA como forma de compensar possíveis novos chumbos do Tribunal Constitucional a normas do Orçamento do Estado para 2014. Segundo o Diário Económico, esse ‘plano B’ analisou aumentos em cada taxa do IVA, a...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/troika-defende-novo-agravamento-iva-como-plano-b/">Troika defende novo agravamento do IVA como &#8216;plano B&#8217;</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Em Setembro, durante a 8ª e 9ª avaliação do memorando, o Governo e a troika estudaram a possibilidade de agravar o IVA como forma de compensar possíveis novos chumbos do Tribunal Constitucional a normas do Orçamento do Estado para 2014. Segundo o Diário Económico, esse ‘plano B’ analisou aumentos em cada taxa do IVA, a eliminação da taxa intermédia, ou o agravamento em um ponto percentual da taxa máxima, passando de 23 para 24%.</p>
<p><a href="http://goo.gl/9OBdk9" target="_blank">ler notícia</a></p>
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		<title>Estado lança novo produto de poupança destinado a investidores particulares</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 15:56:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Estado lança novo produto de poupança destinado a investidores particulares Os certificados são emitidos ao valor nominal de um euro por unidade, o montante mínimo de subscrição é de mil unidades e o máximo de um milhão de unidades O Estado lançou hoje um novo produto de poupança destinado a investidores particulares com menor necessidade...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/estado-lanca-novo-produto-de-poupanca-destinado-a-investidores-particulares/">Estado lança novo produto de poupança destinado a investidores particulares</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<div></div>
<div>Estado lança novo produto de poupança destinado a investidores particulares<br />
Os certificados são emitidos ao valor nominal de um euro por unidade, o montante mínimo de subscrição é de mil unidades e o máximo de um milhão de unidades</div>
<div>
<div>
<div>
<div>
<p>O Estado lançou hoje um novo produto de poupança destinado a investidores particulares com menor necessidade de liquidez, os &#8216;Certificados do Tesouro Poupança Mais&#8217; (CTPM), que pode ser subscrito a partir de 31 deste mês.</p>
<p>Os CPTM podem ser subscritos apenas por investidores particulares, por prazos de cinco anos, e amortizados na respetiva data de vencimento ou antecipadamente, nas condições fixadas na resolução hoje publicada em Diário da República, que vão dos 2,75% no primeiro ano aos 5% nos quarto e quinto anos.</p>
<p>As taxas de juro fixadas para os CTPM na data da sua subscrição são garantidas até à sua amortização, e esta é feita ao valor nominal na data do seu vencimento, mas o Governo, através do Ministério das Finanças, tem a prerrogativa de alterar as taxas de juro dos CTPM que venham a ser emitidos após a data de entrada em vigor do despacho hoje publicado.</p>
<p>“A opção por instrumentos de dívida pública de médio e longo prazo, tal como os CTPM, permite ao investidor beneficiar de uma maior remuneração, aproximando-a da rendibilidade de instrumentos de dívida pública transacionados no mercado por grosso”, sublinha o texto da resolução hoje publicada no diário oficial.</p>
<p>Os certificados são emitidos ao valor nominal de um euro por unidade, o montante mínimo de subscrição é de mil unidades e o máximo de um milhão de unidades. O prazo é então de cinco anos, a partir da respetiva data-valor da subscrição, e as taxas de juro fixadas para esta série de CTPM, fixas para cada ano, é de 2,75%, no primeiro ano, 3,75% no segundo, 4,75% no terceiro e 5% nos quarto e quinto anos.</p>
<p>A taxa de juro no quarto e no quinto ano é acrescida de um prémio, em função do crescimento médio real do Produto Interno Bruto (PIB), a ser divulgado pela Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública &#8211; IGCP, correspondente a 80% do crescimento médio real do PIB a preços de mercado, e apenas no caso do crescimento médio real do PIB tiver sido positivo.</p>
<p>O valor dos juros é líquido de IRS e não há capitalização de juros.</p>
<p>*Este artigo foi escrito ao  abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa</p>
</div>
</div>
</div>
<p><a href="https://plus.google.com/s/%23finan%C3%A7as">#finanças</a> <a href="https://plus.google.com/s/%23dinheiro">#dinheiro</a></p>
</div>
<div></div>
<div><a href="http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro-financas-pessoais/estado-lanca-novo-produto-poupanca-destinado-investidores">Jornal i</a></div>
</div>
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		<title>Sobre-endividamento das empresas é um problema grave em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O sobre-endividamento das empresas em alguns países periféricos, nomeadamente em Portugal, Espanha e Itália, é um &#8220;fator de risco&#8221; para a retoma económica na zona euro e para o sistema bancário, disse, ontem, José Viñals, diretor de Assuntos Monetários do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Barcelona. As palavras foram proferidas dois dias antes do Banco...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/sobre-endividamento-das-empresas-e-um-problema-grave-em-portugal/">Sobre-endividamento das empresas é um problema grave em Portugal</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O sobre-endividamento das empresas em alguns países periféricos, nomeadamente em Portugal, Espanha e Itália, é um &#8220;fator de risco&#8221; para a retoma económica na zona euro e para o sistema bancário, disse, ontem, José Viñals, diretor de Assuntos Monetários do Fundo Monetário Internacional (FMI), em Barcelona.</p>
<p>As palavras foram proferidas dois dias antes do Banco Central Europeu (BCE) ir publicar uma comunicação sobre a metodologia e calendário da<b> </b>Revisão da Qualidade dos Ativos (AQR, no acrónimo em inglês para Asset Quality Review) do sistema bancário. Essa revisão deverá ocorrer em 2014, em dois momentos, uma avaliação dos balanços no primeiro trimestre, antes de &#8220;testes de esforço&#8221;, cujos resultados deverão ser publicados no outono por parte da Autoridade Bancária Europeia.</p>
<h2><b>Dívida impagável</b></h2>
<p>Viñals falava no Círculo Financiero, na sede do banco La Caixa, onde sublinhou que o sobre-endividamento de uma parte das empresas espanholas representa uma &#8220;dívida impagável&#8221;. Referindo-se a Espanha, o diretor do FMI disse: &#8220;41% da dívida empresarial em Espanha paga juros que são superiores aos lucros brutos anuais antes de juros. Isto é um problema para o dinamismo empresarial, já que esta dívida é impagável, a menos que ocorram refinanciamentos&#8221;. De seguida frisou que a situação em Portugal é pior, onde aquela percentagem sobe a 47%. No caso de Itália desce para 30%. Referiu, ainda, que para o sistema bancário, a situação é pior para Portugal e Itália do que para Espanha.</p>
<p>Este tema não é novo. O &#8220;Global Financial Stability Report&#8221; (GFSR) deste ano, publicado aquando da assembleia anual do FMI em Washington DC no início de outubro, dedicava todo um capítulo ao assunto. &#8220;Mais de ¾ da dívida empresarial em Portugal e Espanha e cerca de ½ no caso de Itália é detida por empresas com um rácio de endividamento em relação aos seus ativos de 40% ou mais&#8221;, dizia o GFSR.</p>
<p>Este problema de sobre-endividamento do tecido empresarial nestas três economias periféricas da zona euro é &#8220;sistémico&#8221; e abrange não só o sector da construção e do imobiliário, mas, também, o sector industrial, do comércio e serviços, segundo um estudo realizado pelo FMI assente na base de dados Amadeus.</p>
<div>Necessita de um plano para a finanças da sua Empresa.</div>
<p>A <a href="https://www.facebook.com/mindpartners.consultoria.financeira?directed_target_id=0" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=417614531673292&amp;extragetparams=%7B%22directed_target_id%22%3A0%7D">MindPartners</a> tem consultores especializados que podem elaborar tudo um plano de reestruturação da finanças empresariais.</p>
<p><a href="http://mindpartners.pt/servicos/assessoria-financeira/">Assesoria Financeira</a><br />
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<p><a href="http://goo.gl/SrLx1T">Jornal Expresso</a></p>
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		<title>Descubra dez diferenças entre segundo resgate e programa cautelar</title>
		<link>http://mindpartners.pt/descubra-dez-diferencas-entre-segundo-resgate-e-programa-cautelar/</link>
		<comments>http://mindpartners.pt/descubra-dez-diferencas-entre-segundo-resgate-e-programa-cautelar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:24:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Descubra dez diferenças entre segundo resgate e programa cautelar. Há quem os tome por sinónimos, mas não são. A Grécia já teve um segundo resgate; a Irlanda poderá em breve ter o primeiro programa cautelar. Portugal quer seguir-lhe as pisadas. 1. Para que servem? Um resgate, ou seja, um programa de assistência financeira assegurado pela...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/descubra-dez-diferencas-entre-segundo-resgate-e-programa-cautelar/">Descubra dez diferenças entre segundo resgate e programa cautelar</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Descubra dez diferenças entre segundo resgate e programa cautelar.</p>
<div>Há quem os tome por sinónimos, mas não são. A Grécia já teve um segundo resgate; a Irlanda poderá em breve ter o primeiro programa cautelar. Portugal quer seguir-lhe as pisadas.</div>
<div>
<p><strong>1. Para que servem?</strong></p>
<p>Um resgate, ou seja, um programa de assistência financeira assegurado pela comunidade internacional e condicionado a um conjunto de medidas e metas que têm de ser cumpridas pelo país beneficiário, é o instrumento de resolução de crises mais extremo, poderoso e intrusivo. Um segundo resgate oficial (ou seja, um segundo empréstimo da UE e do FMI enquadrado por um novo memorando de entendimento) <a href="http://ec.europa.eu/economy_finance/assistance_eu_ms/greek_loan_facility/index_en.htm" target="_blank">foi o que a Grécia recebeu em Março de 2012</a>, porque não havia a menor condição de o país regressar aos mercados quando se encarava o fim do primeiro programa de assistência financeira da troika, acordado em Maio de 2010. No caso grego, o segundo resgate foi acompanhado da exigência “irrepetível” de que os investidores privados perdoassem parte da dívida grega em sua posse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já um programa cautelar assenta, ao invés, no pressuposto de que o país beneficiário reúne o mínimo de condições para se financiar nos mercados. Essa avaliação é feita com base em seis critérios entre os quais figura “um passado de acesso, em termos razoáveis, aos mercados internacionais de capitais” e uma dívida pública e posição externa &#8220;sustentáveis&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os programas cautelares estão previstos no papel (em concreto, no quadro das novas modalidades de assistência que foram conferidas ao <a href="http://www.efsf.europa.eu/about/index.htm" target="_blank">Mecanismo Europeu de Estabilidade</a>), mas nunca foram até hoje accionados. Como o nome sugere, pretende-se oferecer uma espécie de seguro, inspirado nas <a href="http://www.imf.org/external/np/exr/facts/fcl.htm" target="_blank">linhas de crédito flexíveis do FMI</a>. No limite, estas linhas de crédito, ou autorização de saque de fundos, podem até nunca ser activada se o país conseguir satisfazer as suas necessidades de financiamento pelas vias normais, junto dos investidores. Já no quadro de um resgate, o país suspende o essencial das operações de venda de dívida e fica por um período a ser sustentado por empréstimos “oficiais”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda ao contrário do resgate, que é um instrumento de resolução de crises, os programas cautelares pretendem prevenir crises – ou o seu agravamento. Foram, aliás, originalmente pensados no auge da crise do euro para evitar que uma Espanha ou uma Itália chegassem a uma situação em que, perante o fecho dos mercados, tivessem também de ser resgatados – opção que acarretaria custos financeiros e políticos possivelmente incomportáveis para os próprios e para a Zona Euro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os programas cautelares poderão, no entanto, ser inaugurados não por pesos-já-pesados do euro mas por recém-resgatados. A Irlanda é o primeiro potencial candidato. O financiamento oficial da troika termina em 8 de Dezembro, mas como as taxas de juro da dívida irlandesa a dez anos (“yields”) andam no nível muitíssimo aceitável de 3,6% (as portuguesas estão em 6,2%), o Governo de Dublin poderá tentar o regresso aos mercados sem antes pedir uma “rede de segurança” aos parceiros do euro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ainda assim, o cenário central que se antecipa nos mercados e nos meandros europeus assenta num pedido irlandês de um empréstimo cautelar para reduzir os riscos na transição para um quadro de financiamento autónomo.</p>
<p>Portugal quererá seguir-lhe as pisadas no próximo ano, no quadro da preparação do fim do programa oficial, que termina em Junho de 2014. É neste contexto que se enquadrarão as recentes declarações, em Londres, do ministro da Economia Pires de Lima.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>2. </strong><strong>Como se activam?</strong></li>
</ol>
<p>Um segundo resgate ou um programa cautelar tem, em qualquer dos casos, de ser expressamente pedido pelo país em apuros. No primeiro caso, o pedido tem de envolver o FMI (ou seja, ter o aval de EUA, Japão, China, Brasil, Índia…), várias instituições europeias e parlamentos nacionais.</p>
<p>No caso do programa cautelar, <a href="http://www.efsf.europa.eu/attachments/efsf_guideline_on_precautionary_programmes.pdf" target="_blank">o procedimento é comparativamente mais leve</a>: o pedido é feito ao presidente do Mecanismo Europeu de Estabilidade, actualmente Klaus Regling, que avaliará a sua oportunidade e riscos em ligação com o BCE e com a Comissão Europeia que desenhará o respectivo programa de condicionalidade, muito possivelmente em associação com os economistas do FMI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>3. Que condições exigem</strong>?</li>
</ol>
<p>Em qualquer das opções – resgate ou programa cautelar, em qualquer das suas modalidades – haverá sempre a exigência de contrapartidas por parte dos credores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso de Portugal, a condicionalidade -  designadamente em termos da exigência de se caminhar para o equilíbrio orçamental &#8211; não deverá ser fundamentalmente diferente com resgate, com programa cautelar ou mesmo numa situação em que o país tente regressar directa e plenamente aos mercados sem “rede de segurança”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Recorde-se que o país aprovou, com os votos favoráveis do PSD, CDS e PS, a transposição para o seu ordenamento interno da “regra de ouro” do Tratado Orçamental, que impõe défices estruturais máximos de 0,5% do PIB e a obrigação de reduzir todos os anos a dívida pública até que esta regresse ao patamar de 60% do PIB. Para se ter uma ideia do que está pela frente, <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/economia/detalhe/novo_tratado_exigira_excedentes_orcamentais_primarios_superiores_a_3_durante_20_anos.html" target="_blank">a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) calcula </a>que a partir de 2015 o país terá de fazer uma consolidação orçamental adicional, que permita a obtenção de “excedentes primários crescentes e superiores a 4% do PIB até 2020”. A título de comparação, refira-se que pela primeira vez em duas décadas e após três anos de troika, Portugal deverá ter em 2014 o primeiro excedente primário equivalente a 0,3% do PIB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>4. Quem financia?</strong></li>
</ol>
<p>O FMI tem financiado uma parte de todos os resgates a soberanos da Zona Euro, embora progressivamente menor: assegurou um terço dos empréstimos a Portugal, Irlanda e Grécia, mas só 10% do concedido a Chipre. Num segundo resgate,  a intervenção do FMI seria certa mas de dimensão incerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já o seu envolvimento no financiamento de programas cautelares não estando excluída será mais improvável. Estes tenderão a ser integralmente financiados pelo MEE que, progressivamente, se tem transformado numa espécie de Fundo Monetário Europeu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>5. Quem controla?</strong></li>
</ol>
<p>Os resgates envolvem um enorme estigma e pressupõem uma intervenção externa ostensiva, quer no desenho quer no acompanhamento da execução dos “memorandos” que justificam as missões trimestrais da troika.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os programas cautelares prevêem um acompanhamento igualmente intenso e obrigações de reporte de informação a Bruxelas muitíssimo regulares, e exigem, inclusive, auditorias prévias para avaliar o estado das finanças públicas mas também a qualidade das estatísticas. A cada três meses, a Comissão, em associação com o BCE, fará um relatório ao Eurogrupo sobre o país “segurado”, centrado na sua (in)capacidade de se financiar integralmente nos mercados. Em contrapartida, não se contemplam missões trimestrais como as que actualmente são realizadas pela troika que, recorde-se, continuará (com ou sem programa cautelar) a exercer uma vigilância apertada, até que o essencial do empréstimo seja reembolsado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>6 . Quanto tempo dura?</strong></p>
<p>Os resgates têm sido acordados para três anos. Os programas cautelares serão, em regra, válidos por um ano, podendo ser renovados por mais seis meses por duas vezes – no máximo, podem vigorar, portanto, durante dois anos. Findo esse período (ou antes), ou o país já consegue financiar-se nos mercados sem “rede de segurança” ou, não o conseguindo, terá de negociar um programa de assistência financeira pleno – ou seja, um segundo resgate.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>7. Quanto valem?</strong></p>
<p>É difícil avançar com números, mas é fácil estabelecer ordens de grandeza: os programas cautelares terão uma dimensão muito menor que os resgates. Em regra, está previsto que variem entre 2% e 10% do PIB do país. No caso de Portugal, estaríamos a falar de valores entre 3,4 mil milhões e 17 mil milhões de euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A título de comparação, refira-se que o programa de assistência a Portugal da troika, que termina em Julho de 2014 e que foi fixado para cobrir as necessidades de financiamento ao longo de três anos, elevou-se a 78 mil milhões de euros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>8. Que compromissos políticos exigirão?</strong></p>
<p>Se o país pedir um segundo resgate integral, eventualmente com um novo horizonte temporal de três anos que ultrapassará, portanto, o da actual legislatura, os credores exigirão com toda a probabilidade um acordo entre PSD, CDS e PS sobre as contrapartidas de política. Foi isso que sucedeu aquando do primeiro programa de assistência na Primavera de 2011 que, tendo sido negociado pelo PS, foi respaldado pelos partidos do chamado arco da governabilidade por exigência da UE e do FMI. Eleições antecipadas, neste cenário, são um evento igualmente muito provável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se for pedido um programa cautelar, muito provavelmente também os parceiros europeus quererão garantias de rigor e de reforma dos três partidos. Mas como o programa terá, à partida, duração de um ano e o seu fim coincidirá com o fim da actual legislatura, essa exigência poderá ser suavizada, pelo menos em termos formais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em contrapartida, na Primavera de 2015, qualquer prolongamento do programa cautelar ou a eventual negociação de um segundo resgate obrigará a um entendimento entre os três partidos que, dependendo do momento da negociação e do resultado das eleições legislativas, poderá, como em 2011, eventualmente voltar a ser conduzido pelo PS.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>9. Quais são as principais diferenças entre os três programas cautelares?</strong></p>
<p>Os <a href="http://www.esm.europa.eu/pdf/ESM%20Guideline%20on%20precautionary%20financial%20assistance.pdf" target="_blank">programas de assistência financeira cautelares assumem todos eles a forma de linha de crédito</a>, ou seja, trata-se de uma autorização dada  pelo MEE (de que são accionistas os países do euro) a um seu país-membro para proceder a um saque de fundos até um determinado limite e durante um determinado período de tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Essa linha de crédito cautelar pode ser usada por via de empréstimo destinado a financiar directamente o Estado beneficiário, ou pode ser usada, a pedido do país, pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade para comprar títulos de dívida desse Estado no mercado primário, financiando-o, assim, por via indirecta. A linha pode ainda ser usada para cobrir parte do risco assumido pelos investidores quando compram dívida do país segurado no mercado primário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A versão mais &#8220;leve&#8221; em termos de condicionalidade e que só está disponível para os países que cumpram os tais seis critérios (entre os quais, um bom registo de acesso aos mercados financeiros) é a Linha de Crédito Cautelar Condicionada (PCCL, na sigla inglesa). Existe depois a Linha de Crédito com Condições Reforçadas (ECCL), na qual mais facilmente Portugal se encaixará, e, por fim, a ECCL+ em que se pode também &#8221;segurar&#8221; parte do risco assumido pelos investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta versão de condicionalidade mais robusta, abre-se a possibilidade de o BCE intervir no sentido de ajudar a baixar os juros, normalizando as condições de financiamento, através de compras de dívida desse país no mercado secundário. Mas os contornos do programa  Transacções Monetárias Definitivas (OMT, na sigla inglesa) estão ainda muito pouco esclarecidos.</p>
<p><strong>10. Como explicar aos seus amigos?</strong></p>
<p>Se (compreensivelmente) quiser distinguir resgate de programa cautelar com uma linguagem bem simples, pode recorrer a estas imagens: <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/editorial/pedro_santos_guerreiro/detalhe/por_mares_nunca_dantes_revogados.html" target="_blank">“Andar de muletas não é o mesmo que de cadeira de rodas ”</a> (Pedro Santos Guerreiro, director do Negócios); <a href="http://www.jornaldenegocios.pt/opiniao/editorial/pedro_santos_guerreiro/detalhe/por_mares_nunca_dantes_revogados.html" target="_blank">“Temos de sair deste inferno do ‘programa de ajustamento’ e passar ao purgatório de um programa de vigilância</a>” (Brandão de Brito, professor do ISEG),  “Temos de sair dos cuidados intensivos e passar a uma convalescença assistida” (Eduardo Catroga. antigo ministro das Finanças do PSD.)</p>
<p><a href="http://goo.gl/UikW4E">Jornal Negócios</a></p>
</div>
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		<title>Brutal aumento de impostos foi insuficiente para baixar défice</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:20:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Brutal aumento de impostos foi insuficiente para baixar défice. A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) não prevê avanço das contas públicas e num relatório hoje divulgado sublinha que o aumento de impostos foi praticamente absorvido pelo aumento da despesa, pelo que o défice mantém-se idêntico ao do ano passado. Na análise da UTAO ao...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/brutal-aumento-de-impostos-foi-insuficiente-para-baixar-defice/">Brutal aumento de impostos foi insuficiente para baixar défice</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Brutal aumento de impostos foi insuficiente para baixar défice.</p>
<p>A Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) não prevê avanço das contas públicas e num relatório hoje divulgado sublinha que o aumento de impostos foi praticamente absorvido pelo aumento da despesa, pelo que o défice mantém-se idêntico ao do ano passado.</p>
<p>Na análise da UTAO ao segundo Orçamento Rectificativo para este ano, a unidade conclui que “excluindo o efeito de medidas de natureza temporária, a projecção actual aponta para um défice idêntico ao verificado no ano anterior”, ou seja 5,8% do PIB, o mesmo valor registado em 2012.</p>
<p>Saiba como podemos ajudar na revitalização da sua empresa</p>
<p><a href="http://mindpartners.pt/">http://mindpartners.pt/</a></p>
<p><a href="http://goo.gl/4F71Ff">Notícia ao Minuto</a></p>
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		<title>Ambiciosa quanto baste, descida da taxa do IRC para 23%</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A medida emblemática desta Reforma, ou pelo menos a mais comentada, é a consagração da descida da taxa do IRC para 23%. Apesar da descida corresponder a apenas 2 pontos percentuais e de não se mexer nas derramas, é uma medida há muito pedida pelos empresários, que se concretiza. Jornal Expresso</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/ambiciosa-quanto-baste-descida-da-taxa-do-irc-para-23/">Ambiciosa quanto baste, descida da taxa do IRC para 23%</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A medida emblemática desta Reforma, ou pelo menos a mais comentada, é a consagração da descida da taxa do IRC para 23%. Apesar da descida corresponder a apenas 2 pontos percentuais e de não se mexer nas derramas, é uma medida há muito pedida pelos empresários, que se concretiza.</p>
<p><a href="http://goo.gl/bwBYiL">Jornal Expresso</a></p>
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		<title>Qualidade da gestão em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Qualidade da gestão em Portugal É possível melhorar a qualidade da gestão nas nossas empresas, atenuando ou eliminando as principais deficiências? E isto apesar da sua dimensão reduzida (cerca de 98% são PME&#8217;S e destas as microempresas são a maioria) e da sua natureza maioritariamente familiar? E num ambiente de grande rigidez das relações laborais?...</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/qualidade-da-gestao-em-portugal/">Qualidade da gestão em Portugal</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Qualidade da gestão em Portugal</p>
<p>É possível melhorar a qualidade da gestão nas nossas empresas, atenuando ou eliminando as principais deficiências? E isto apesar da sua dimensão reduzida (cerca de 98% são PME&#8217;S e destas as microempresas são a maioria) e da sua natureza maioritariamente familiar? E num ambiente de grande rigidez das relações laborais?</p>
<p>Luis Filipe Pereira</p>
<p><a href="http://goo.gl/A0fTOk">Jornal Económico</a></p>
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		<title>O novo IRC em cinco minutos</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:12:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
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		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O novo IRC em cinco minutos Eis as principais mudanças que o Governo quer fazer ao figurino do IRC. A proposta de lei de reforma do imposto sobre as empresas já está na Assembleia da República para ser discutida. Jornal Expresso</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/o-novo-irc-em-cinco-minutos/">O novo IRC em cinco minutos</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O novo IRC em cinco minutos</p>
<p>Eis as principais mudanças que o Governo quer fazer ao figurino do IRC. A proposta de lei de reforma do imposto sobre as empresas já está na Assembleia da República para ser discutida.</p>
<p><a href="http://goo.gl/SXiFWd">Jornal Expresso</a></p>
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		<title>Orçamento Estado sorteia prémio até dez milhões para quem pedir factura!</title>
		<link>http://mindpartners.pt/orcamento-estado-sorteia-premio-ate-dez-milhoes-para-quem-pedir-factura/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Orçamento Estado sorteia prémio até dez milhões para quem pedir factura! O Governo vai criar um “sorteio específico” onde atribuirá um prémio, com valor global até 10 milhões de euros, às pessoas singulares com número de identificação fiscal (NIF) que tenham solicitado factura e posteriormente comunicado à Autoridade Tributária. Notícia ao Minuto</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/orcamento-estado-sorteia-premio-ate-dez-milhoes-para-quem-pedir-factura/">Orçamento Estado sorteia prémio até dez milhões para quem pedir factura!</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Orçamento Estado sorteia prémio até dez milhões para quem pedir factura!</p>
<p>O Governo vai criar um “sorteio específico” onde atribuirá um prémio, com valor global até 10 milhões de euros, às pessoas singulares com número de identificação fiscal (NIF) que tenham solicitado factura e posteriormente comunicado à Autoridade Tributária.</p>
<p><a href="http://goo.gl/XBMqYE">Notícia ao Minuto</a></p>
<p>The post <a href="http://mindpartners.pt/orcamento-estado-sorteia-premio-ate-dez-milhoes-para-quem-pedir-factura/">Orçamento Estado sorteia prémio até dez milhões para quem pedir factura!</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Micro-site Expresso</title>
		<link>http://mindpartners.pt/micro-site-expresso/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Oct 2013 09:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>advertu</dc:creator>
				<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O Expresso preparou um micro-site para dar as notícias do Orçamento do Estado 2014. Jornal Expresso</p><p>The post <a href="http://mindpartners.pt/micro-site-expresso/">Micro-site Expresso</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Expresso preparou um micro-site para dar as notícias do Orçamento do Estado 2014.</p>
<p><a href="http://goo.gl/uHc71z">Jornal Expresso</a></p>
<p>The post <a href="http://mindpartners.pt/micro-site-expresso/">Micro-site Expresso</a> appeared first on <a href="http://mindpartners.pt">MindPartners Consultoria Financeira</a>.</p>]]></content:encoded>
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